domingo, abril 15, 2012

Pés no chão, coração. Na mão carrego, às vezes escorrego. Me entrego. Não disfarço, não me faço e então derramo. Exclamo! Num grito, num gesto, confesso. Arrependo, não me entendo e engasgo. Me deixo levar, ao mar, afogar, num amor bom de amar.

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